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Foto: Protesto em SC / SCC SBT
Estado

Joaçaba realiza protesto por justiça no caso do Cão Orelha

Diversas cidades catarinenses tiveram atos neste domingo. Mobilização também ocorreu em municípios de outros estados.

Luan

Luan

Foto: Protesto em SC / SCC SBT

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Manifestações realizadas neste domingo (1º) mobilizaram moradores de diversas cidades de Santa Catarina em protesto pela morte do cão Orelha e em defesa de punições rigorosas aos responsáveis pelo crime. Em Joaçaba, no Meio-Oeste, o ato ocorreu às 14h, com concentração em frente à prefeitura e caminhada em direção ao Parque Municipal.

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Segundo os organizadores, participaram do protesto pessoas ligadas à causa animal, protetores independentes e moradores da cidade, que se uniram ao movimento estadual pedindo justiça e reforço no combate aos maus-tratos contra animais.

Além de Joaçaba, houve mobilizações em municípios como Florianópolis, São José, Chapecó, Concórdia e Blumenau. Na Capital, o protesto começou às 9h, no Trapiche da Beira-Mar Norte, reunindo manifestantes com cartazes, faixas e palavras de ordem cobrando responsabilização dos envolvidos e políticas públicas mais severas para crimes dessa natureza.

Foto: G1

Em São José, na Grande Florianópolis, o encontro ocorreu às 10h, na Beira-Mar da cidade, enquanto em Blumenau, no Vale do Itajaí, participantes se reuniram em frente à Prefeitura Municipal. Os atos, segundo os organizadores, atraíram pessoas de diferentes idades e representantes de entidades voltadas à proteção animal.

O caso do cão Orelha, que foi torturado e morto por um grupo de adolescentes no dia 4 de janeiro, na Praia Brava, no Norte da Ilha, ganhou repercussão nacional nos últimos dias. Personalidades públicas, políticos e influenciadores digitais passaram a se manifestar nas redes sociais em apoio à causa e no pedido por justiça.

Os organizadores informaram ainda que novas mobilizações estão sendo planejadas, com previsão de outro grande ato no dia 19 de fevereiro, em Florianópolis. Paralelamente, protestos semelhantes também foram registrados em capitais como São Paulo, Porto Alegre, Manaus, Rio Branco, Belém, Belo Horizonte e Vitória, todos com o mesmo apelo: “Justiça por Orelha”.


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